quarta-feira, 30 de maio de 2007

INFORME JURÁSSICO - n. 125

INFORME JURÁSSICO
Nº 125
Quinta-feira, 25 de maio de 2007.
ANO V

www.bikessauros.com.br

“Somos totalmente responsáveis pela qualidade da nossa vida e pelo efeito exercido sobre os outros, construtivo ou destrutivo, quer pelo exemplo quer pela influência direta”
Alfred Montapert

Bikessauros
Convocação para Assembléia Geral Ordinária

Encontra-se no site dos Bikessauros e segue anexo a este IJ o Ofício 01/07, de 23/05/2007, que trata da convocação para AGO, a realizar-se às 19:30 h do dia 11/06/2007, segunda-feira, no Restaurante Xangai, na Rua Presidente Antônio Carlos 499, Centro, Varginha, onde será deliberada, entre outros assuntos, a Eleição do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal, para o triênio 2007/2010.
É importante ressaltar que o registro das chapas encerra-se às 20 h do dia 28/05/2007, portanto na próxima segunda-feira, e os interessados deverão fazê-lo no Centro de Comércio de Café de Minas Gerais, com o atual secretário Marcelo Braga. Conforme disposições estatutárias, as chapas deverão ser compostas por 4 (quatro) membros para o Conselho de Administração e 5 (cinco) membros (3 titulares e 2 suplentes) para o Conselho Fiscal.
Áqueles que ainda não se associaram e quiserem participar da AGO, poderão procurar, por esses dias, Marcelo Braga, no CCCMG para preenchimento da ficha de filiação.
Bikessauro, uma das formas de colaborar com o seu grupo é participar de sua Associação!

Novidades Jurássicas
O Conselho de Administração dos Bikessauros, reunido na última segunda-feira, dia 21/05/2007, apreciou e aprovou a proposta de apoio ao atleta varginhense Enoque de Oliveira Ruela Filho, abaixo, participando da Copa Assitur 2007





Domingo, dia 3 de junho de 2007
É uma data especial: dia de Arrastão da Solidariedade. Assim, o Conselho Jurássico convoca os bikessauros e suas famílias a participarem deste grande evento, patrocinado, entre outros, pela Prefeitura de Varginha.
Lembra-se da importância deste ato solidário, uma vez que, o inverno se aproxima.
Vale a pena encostar a bike por umas horas e doar-se um pouquinho ao próximo. Conta-se com a presença maciça do grupo, a partir das 8 h da manhã, na Praça Getúlio Vargas, Centro.

Confira abaixo dois momentos do Bigorna, na França, esta semana






Até a próxima.
Luiz A Nogueira

Carpe Diem

terça-feira, 29 de maio de 2007

VARGINHA A SÃO LOURENÇO VIA FREITAS

VARGINHA A SÃO LOURENÇO

VIA FREITAS – 120Km de terra – 26/05/07

Há dois meses tínhamos ido a São Lourenço por terra e tinha sido muito bom. Pedaláramos aproximados 120km sob um sol escaldante e tivemos um trecho de empurração numa serra muito íngreme e longa, o que resultou num treino desgastante, mas fabuloso. Para esse final de semana, durante uma reunião na casa do Rodrigo Caxambu, surgiu a idéia de voltarmos lá, dessa vez por um caminho diferente. Vivi um flash back naquela hora e lembrei-me do caminho que fazia o trem de ferro em seu caminho entre Varginha e Cruzeiro, que passava (e parava) na estação de Freitas, povoado próximo a Soledade de Minas. Conversamos sobre isso e todos ficamos entusiasmados com a proposta: iríamos a São Lourenço passando por Três Corações, Conceição do Rio Verde, Freitas e Soledade. Para a volta, nossos apoiadores jurássicos Andreza e Rodrigo Mortadela dispuseram-se a pegar-nos defronte ao Parque das Águas.

Inicialmente pensamos em sair bem cedo, mas como a temperatura estivera bastante baixa na semana que findava, marcamos a saída do bikeponto para as oito horas da manhã. Sem que ninguém combinasse, encontramo-nos Adilson, Clever, Hebert, Rodrigo Caxambu, Ronaldo, Silas e eu vestidos de camisas azuis (sinal de boa sorte?), pontualmente no horário combinado. Lá encontramos nossos colegas Rodrigo Mortadela, Edir e Timba, que tinham planejado um pedal pelas cercanias de Varginha. Depois que tiramos a foto oficial do dia, partimos em direção a Polo Filme e Flora, de onde seguiríamos por terra até a Fernão Dias, atravessaríamos Três Corações e finalmente tomaríamos o rumo de Conceição do Rio Verde por terra.



Presentes também nossos amigos Mortadela e Timba

Logo que chegamos à pracinha do alto do Sion comecei a sentir uma incômoda lombalgia, que me acompanharia durante toda a viagem. Paramos, então, fiz um alongamento e saímos novamente rumo ao destino. Quando chegamos a Três Corações, a dor que sentia já era muito intensa e pensei em voltar de lá mesmo; só não o fiz porque nossos companheiros não me deixaram de jeito nenhum, mesmo sabendo que eu iria atrasar o pedal todo.


Atravessamos então a cidade e logo chegamos às margens do Rio Verde, cujas caudalosas águas foram transpostas por balsa. Um balseiro pra lá de fajuto, já que não teria conseguido, sem a nossa ajuda, atravessar o rio, conduziu-nos para o lado da Estação de São Thomé. Treze quilômetros adiante atingíamos Conceição, onde paramos na mesma padaria que da outra feita e traçamos uns belos sanduíches.


Sem muita demora partimos novamente, só que dessa vez tomamos o rumo de Freitas. Durante todo o trajeto víamos o leito da antiga Ferrovia Minas e Rio, que jazia a poucos metros da estrada. Em alguns trechos os trilhos sumiam por debaixo de terra e mesmo por matas, mostrando que há muito não são utilizados, uma pena. Logo chegamos a Freitas, simpático arraial onde os trilhos da Minas e Rio emergem de um campinho de futebol e logo desaparecem dentro de um matagal. Foi incrível voltar a um lugar que não visitava há pelo menos vinte e cinco anos...


O Rodrigo Caxambu tomou informações de como chegar a Soledade, pois também ele não passava por lá há tempos. Àquela hora estávamos temerosos de pegar parte do trecho sob a escuridão, porque já tínhamos vencido 100km mas não tínhamos idéia clara de quantos quilômetros ainda teríamos que pedalar. Tão logo o nosso amigo voltou do bar onde se informara, percebemos uma luz diferente em seu semblante: é que seriam somente 15km até Soledade e mais 5km até São Lourenço. Depois disso, tranqüilos, passamos a pedalar com muito mais prazer e curtindo a paisagem, deslumbrante naquele trecho. Margeamos a montanha em cujo cume está a torre de Soledade e finalmente atingimos a pequena cidade.



Dessa vez, combinamos, não erraríamos o trajeto à beira da estrada de ferro até São Lourenço e, incrível, não precisamos nem tomar informação, já que fomos seguindo direta e corretamente o caminho. Foram quase cinco quilômetros de um sensacional single track às margens da ferrovia, trecho deliciosamente vencido em pouco tempo e já sob baixa temperatura. Logo chegamos à Estação Parada Ramon, que já se situa no perímetro urbano de São Lourenço e, muito rapidamente, atingimos o centro da cidade, onde nossos apoiadores nos deveriam encontrar.



Era já cerca de cinco e meia da tarde quando fomos àquela agradável lanchonete em que havíamos estado há dois meses. Acredite-se ou não, todos chegaram inteiros, exceção feita a mim, que cheguei meio travado e com dores. Comemoramos mais um evento jurássico com alguns chopes, tomamos nossos lanches, arrumamos as bikes nos carros e, cedo ainda, pusemo-nos a caminho de Varginha.

De novo, um grupo jurássico se aventurou por esses caminhos de Minas, com o objetivo único de viver o momento. Pedalando com amigos, treinando nossos corpos e mentes, revivendo momentos há muito vividos, acrescentamos mais uma viagem jurássica aos nossos currículos. Passar próximo à Ferrovia por tantos quilômetros acendeu uma chama de saudosismo naqueles que por lá já tinham passado nos trens que de longe apitavam, e nos que não haviam feito a viagem pela Minas a Rio, despertaram a curiosidade e interesse por ela. Trem já não se vê há muito por aqueles lados, mas o apito de outrora ainda ecoa em nossas mentes, fazendo surgir em nossos corações o desejo de seguir aqueles caminhos de ferro até muito depois do horizonte, onde talvez encontremos uma explicação para essa ânsia de conhecer, explorar e viver essas veredas de nossa terra.


Rodrigo Silva


PS: Agradeço imensamente aos seis amigos com que viajei pela extrema paciência e cuidado que devotaram a mim. Isso não será esquecido, estejam certos.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Convocação para Assembléia Geral Ordinária

Ofc.01/07
Varginha, 23 de maio de 2007


AOS
ASSOCIADOS BIKESSAUROS
Via e-mail


Ref. Assembléia Geral Ordinária


Prezados(as) Senhores(as):


No uso de minhas atribuições e na forma do Capítulo IV, Seção II dos Estatutos intermo desta entidade, convoco todos os associados em dia com suas obrigações sociais, para a Assembléia Geral Ordinária, que se fará realizar no próximo dia 11/06, segunda-feira, às 19:30hs. (dezenove horas e trinta minutos) em primeira convocação, no Xangai Box, à Rua Pres. Antônio Carlos, 499 - Centro - Varginha MG, para deliberarmos sobre a seguinte ordem do dia:
1- Exame das contas e relatório do exercício passado;
2- Eleição do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal, para o triênio 2007/2010;
3- Posse dos membros eleitos;
4- Deliberações projeto AP VI..

Assuntos Gerais: A Assembléia instalar-se-á em primeira convocação às 19:30h (dezenove horas e trinta minutos), com no mínimo dois terços dos associados, ou em segunda convocação às 20:00 h (vinte horas), com qualquer número de presenças, sempre no local indicado. Os membros presentes a Assembléia deverão estar munidos dos documentos comprobatórios, para exercer o direito de voto. As chapas, para concorrerem à eleição, deverão ser registradas junto a Secretaria, no mínimo, quinze dias de antecedência da data da assembléia, até as dezoito horas.

Certo de vossas atenções, contamos com a participação de todos.


Cordiais saudações,


LUIZ ALBERTO NOGUEIRA
Presidente

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Pedal de sábado 19.05.2007

Percorridos 55 km.
Médio nível físico, etílico e técnico.

Seguindo a sugestão do Jeffinho (Reencarnação do Sapi Pererê), o grupo formado pelos bikessauros Rodrigo Caxambu, Argentino (O pessimista), Jeffinho, Merso (O mago), Ronaldo, Rodrigo Silva, Sopão, Salvador (Iron Horse), além dos convidados Quizinho e seu amigo (Não me lembro o nome), partiu às 08 horas para um pedal que tinha como objetivo principal evitar as estradas de terra, cheias de poeiras nesta época do ano.
O sol está morno e nos acomodou durante todo o pedal.
Saímos pelo cemitério campal, seguimos parte do Gran Solúvel até fazenda Tucum e acessamos o alto da serra após uma forte subida. Galgamos seu dorso até encontrar a trilha Chapada (nome dado neste momento para facilitar a associação). Cada um em seu momento foi vencendo com maestria o técnico single track. Trilhos profundos, com graus e escorregadios testaram a capacidade jurássica. Pedalamos em ritmo constante, passando por uma refrescante matinha e logo chegamos ao bar do Lola para algumas cocas (coca-cola). Dali o grupo seguiu por trilhas inéditas para muitos e reencontro para alguns bikessauros. Show de roda, apesar nas inúmeras troqueiras. Chegamos na Walita lá pela 1 hora da tarde e adentramos a cidade até o Pingüim para merecidas geladas. Foram 55 km e uma boa mistura de técnica, força e velocidade.
Este é o relato.
Abraços, Ronaldo.