segunda-feira, 25 de junho de 2007

PPPP - Pedal Perneta Para Pontalete - 23/06/2007

Num lindo dia de sol, quando nem a mais leve nuvem cobria o céu (blá, blá, blá), o animado grupo jurássico se encontrou no bikelocal para mais uma aventura. O grupo maior foi encarar a famigerada trilha da Caveira com a variação sugerida pelo Adilson (Músico) nomeada de subida do Inferno. As notícias são de um maravilhoso pedal que será contado pelos participantes em outro relato. O grupo menor, digo a dupla Ronaldo e Luizão preferiram fazer pontalete. Este pedal recebeu o título de PPPP, Pedal Perneta Para Pontalete, por que a dupla vem se recuperando de problemas físicos. O grupo fez um rápido pit-stop no Bigorna para fixar a bomba ao quadro da bike do Luizão e partiram rapidamente em direção ao Cemitério Campal.










Dupla dinâmica












Imagem do caminho (Ilha dos Saltos)

O sol estava morno e o pedal se desenrolou sem problemas. Trilha do Gran Solúvel até a ponte dos Buenos. De lá por asfalto até a entrada para a Ilha dos Saltos. Após alguns quilômetros fizemos uma variação por sugestão pelo Luizão. Não subimos o cafezal, seguimos pela estrada principal e após algumas bifurcações e longas subidas encontramos a estrada principal Elói Mendes Pontalete. Um chua de percurso entre florestas de eucaliptos. Seguimos em ritmo forte até o bar da Barra onde, após uma coca-cola extremamente gelada, zarpamos para o trecho final de mais uns 15 km até a travessia da balsa. Devido à coca-cola pra lá de gelada, Luizão percorreu os citados quilômetros imitando uma Brasília velha com gasolina batizada. Raaamumm, Raaamumm, Raaamumm. Estávamos com sorte. A balsa não demorou para nos pegar.











Chegada a Pontalete











Esperando a balsa

É de conhecimento geral o humor meio militar do comandante da balsa, que não aceita certas brincadeiras em seu barco durante o percurso. Este gelo foi quebrado rapidamente quando Luizão disse ao comandante da balsa que costuma navegar por estas águas diáfanas com sua lancha de 17,5 pés. Reparem que não é 17 nem 18 pés. São 17,5 pés, não sei o por que desta exatidão. Acho que deve ser como os tamanhos dos quadros de bicicletas. Enfim, houve uma sintonia imediata. Pareciam conhecidos de longa data. O comandante chamou Luizão para mostrar lhe a cabine de comando. Lá o balseiro apresentou o equipamento enquanto navegávamos rumo ao Vilarejo de Pontalete. Lá a dupla se separou, Luizão seguiu com o balseiro sentindo Paraguaçu onde tinha um encontro festivo com sua parceira Luisa. Ronaldo, deixado às traças, pedalou os solitários 45 km restantes chegando no Pingüim às 14h onde encontrou outros bikessauros bebemorando as aventuras do dia. Para Ronaldo foram 95 km e Luizão 70 km.










Olha a balsa aí gente!!!













Luizão e Balseiro

A tarde ainda reservava uma outra comemoração articulada ali mesmo no Pingüim. Fomos todos para o maravilhoso sítio do Totonho, onde rolou um delicioso churrasco com direito a arroz com brócolis da belíssima horta de sua mamãe. Show de bola.
Todos puderam verificar o mapa de trilhas que o Maciel está preparando para colocar no site. Uma obra prima. O rapaz é talentoso mesmo. Maciel e Ronaldão (expert em AutoCad) vão digitalizar o mapa para viabilizar sua colocação na web. Aguarde...

Fotos e Relato: Ronaldo Figueiredo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Beleza de relato, Ronaldo! Eu, que estava no Pingüim quando você chegou, achei melhor o relato escrito que o falado, até porque veio acompanhado de belas fotos. Mas corre à boca pequena que você, além de comprar um terreno, ainda teve de correr de uma matilha de cães... verdade? Por que isso não está no relato?

Rodrigo

Anônimo disse...

Rodrigão,
Você sabe que o relator têm poderes de mudar a verdade à sua maneira.
É verdade que comprei um mini terreno. Nada comparado ao super vôo na tronqueira. Neste, não comprei terreno, comprei a fazenda inteira, he, he, he...
Abraços, Ronaldo.