quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Reunião Pré-Aparecida II

Ficam convocados todos os participantes da 2ª Romaria Ciclística de Aparecida para a última reunião geral a ser realizada na próxima terça-feira, 30/10, às 19 horas no Restaurante Xangai.
Na oportunidade, serão entregues as camisetas e será feito o recebimento da 2ª parcela (R$100,00).
As camisetas de malha fria serão custeadas por cada um, no valor de R$16,00 a unidade (levem o dinheiro trocadinho, se possível).
A participação de todos é essencial, pois também serão repassadas importantes informações sobre a viagem.
Atenciosamente,

A Comissão organizadora

OBS:
1) este comunicado é dirigido exclusivamente aos participantes do Aparecida II, sendo vedada a presença de quaisquer outras pessoas.
2) Pedimos aos que têm acerto para fazer, que cheguem 20 minutos antes do início da reunião.
Pedais em Família

(Fase de treinamentos para Aparecida - Agora é que são elas II)

No último sábado, 20 de outubro, Luizinho e Roselene, Luísa, Luquinha e Luizão percorreram aproximados 55 Km, que incluiu a Serrinha da Polo, a Flora e o Zé do Pato.


No topo da Serrinha da Polo, atingido com certa facilidade. Algum evento sísmico deve ter encolhido essa montanha!

Aguardando a balsa da Flora, enquanto o balseiro se exercitava atravessando as pessoas a remo.

No lugar de nome Japão, que fica alagado no período de chuvas, sem o Luizinho e a Rose, que um compromisso os fez retornar por asfalto, a partir da Flora; e próximo à subida que desemboca na Estrada da Walita.

Em Rio Pomba, Zona da Mata mineira, no feriado emendado de 12 de outubro, Dia da Padroeira do Brasil, em dois pedais pelos caminhos ancestrais do casal Luísa e Luizão, um com Luquinha e com o convidado especial Ary, primo do Luizão e cunhado da Luísa.


Olhaí a Luísa, no maior estilo e escolhendo acertadamente o caminho.

Na Ponte do Cavacudos, sobre o Rio Pomba, afluente do Rio Paraíba do Sul, que nasce na Mantiqueira e corta mais de uma dezena de cidades; e o Luquinha, que se saiu muito bem.

O quarteto em frente a faz. da Cachoeirinha, seguindo em direção à Igrejinha, nos arrabaldes da cidade de Tabuleiro; e o Ary, no retorno, a aproximados 8 Km da Cidade Sedução.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Paz no Trânsito

As primeiras pedaladas, em frente ao Batalhão da Polícia Militar, no Sion.

No último domingo, dia 21 de outubro, antes do pedal oficial, das emoções da Fórmula 1 e de mais um baile no Brasileirão, em que o Mengão, rumo à Libertadores, venceu o tricolor gaúcho por 2 a zero, os Bikessauros participaram do evento "Paz no Trânsito", organizado pelo Jornal Sul de Minas e apoiado pela Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que consistiu numa carreata/bicicletada pelas ruas e avenidas de Varginha, num total de aproximados 20 km.

O evento culminou numa concentração na Concha Acústica da cidade, onde alguns convidados pelo jornalista Marcus Madeira, do Jornal Sul de Minas, entre eles, o Secretário Municipal de Trânsito, Eduardo Seppini, o Secretário de Estado Jurássico, Luizão, além de representantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal, expuseram sobre o assunto. Na oportunidade, os Bikessauros levaram ao secretário municipal pedido de ciclovia e se colocaram à disposição para auxiliar no desenvolvimento de projetos que objetivem o incentivo ao uso da bicicleta e à segurança dos ciclistas. Também foram informados da possibilidade de se construir uma ciclovia, aproveitando a obra federal de ampliação da Rodovia BR-491, até a UNIS, próximo ao trevo do Aeroporto.

Confiram alguns momentos do evento, capturados pela objetiva sempre atenta da fotógrafa Luísa Bomtempo, prima da repórter global, ora, vocês sabem quem.


Luizão testando a bike conceitual construída pelo Mauro, aquele quase parente do capelão Maciel; e o grupo desfilando pelo bairro Sion.


No Bom Pastor e mergulhando para o Jardim dos Pássaros e Canaã.


Na chegada, concentrados em frente a Concha Acústica, atentos às exposições, preparando-se para o pedal principal do domingo ensolarado, fase de treinos para o esperado Bikessauras: Aparecida - Agora é que são elas II.

Informações da Copa Ametur - Etapa Congonhas - 21/10/2007

Caros amigos,
Neste domingo ocorreu em Congonhas a quarta etapa da copa internacional(ametur).
Tivemos a participação de atletas de Varginha e Região.
Ressalto que este evento reune o que há de melhor no moutain bike brasileiro.

Seguem alguns resultados:

-Enoque foi quarto na sub trinta(categoria tinha mais de 60 participantes que completaram a prova);

-Luiz Fernado teve um otimo resultado foi decimo quarto (categoria tinha vinte e sete);

- Nosso amigo Gustavo nao completou;

Tivemos tanbém a partcipacao do Luiz Loti de Poços que foi primeiro colocado na categoria sub 45(foi campeao da copasulminas na categoria do Silas ) e levou o campeonato nesta categoria. Também tivemos o Adriano chagas(Joléia-nao sei como se escreve) foi oitavo na sub 35 categoria também muito forte.
Outro que se destacou da regiao foi o competidor de Lambari.
Sherman foi terceiro nesta etapa e campeao da junior.

Para maiores informacoes www.copaametur.com.br

Caxambu

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Pontalete - 200/10/2007


Bikessauras em Pontalete. Aparecida II "Eu vou"!!!


A escolta jurássica e Clevinho tomando seu isotônico predileto

Rodrigo "Moc"tadela trazendo uma loira gelada. Isto é tentação.

Um numeroso grupo de bikessauros, 20 bikers, saíram do bikelocal às 08:20h para mais um dia de pedal. O céu estava nublado e havia previsão de chuva. Ela não veio e tornou o pedal ainda mais perfeito. Chuva em dias anteriores eliminou o excesso de poeira nas estradas.
O trajeto escolhido foi o Pontalete Simples. Saída e chegada pelo asfalto. Excelente treino para a romaria ciclística Varginha Aparecida das bikessauras, que compareceram em peso.
Foram 85 km com poucas paradas e por volta das 14:30h todos já estavam comemoraram o excelente pedal no Pinguim.
As bikessauras mais uma vez deram um show. É inspirador a motivação e garra das meninas.
Este é o relato.
Ronaldo.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Pedal Varginha à São Lourenço VIA FREITAS II - 12/10/2007

Não seria um pedal inédito, é verdade, mas seria um pedal fantástico, disso ninguém duvidava. Desde que, numa troca de e-mails, havíamos decidido reeditar o fabuloso Varginha-São Lourenço via Freitas, com seus 120km, mais que 90% por terra, algumas pessoas, sem maior demora, aderiram ao pedal. Na maioria, todos já tínhamos feito esse percurso em maio desse ano e, por isso mesmo, já sabíamos que é um dos melhores trajetos já feitos pelos Bikessauros. Quem ainda não tinha ido, diante de tanta animação, também quis encarar o desafio e sair pelas estradas conosco. Assim, às 7:00h de sexta-feira, dia 12 de outubro de 2007, dia de Nossa Senhora Aparecida, saímos do bikeponto Clever, Júnior, Hebert, Rodrigo Sanches, Ronaldo e eu rumo a saída para a Flora, perto da Polo Filme, onde deveríamos encontrar o Pantufa: é que o preguiçoso não queria ter que descer até a cidade e subir o Sion novamente; por conta disso, quase que ele fica, já que se perdeu de nós.

No bikeponto, Hebert, Ronaldo, Rodrigo, Clever, Júnior e Rodrigo Sanches

Os infindáveis caminhos jurássicos

Com um pouco de paciência, localizamos o sumido e partimos pelo conhecido caminho até o povoado da Flora, onde tomamos o rumo da estrada de terra que segue pelo lado direito do rio até a Fernão Dias, ao lado da fábrica de Rações. Naquela descida final, houve o maior incidente do dia: o aro dianteiro do Pantufa se partiu, e tivemos a impressão que a jornada, para ele, estava terminada. Rapidamente o Ronaldo teve a idéia de pedir a Andreza que emprestasse a roda da sua bicicleta e a trouxesse para nós ali mesmo, às margens da rodovia. A bikessaura, sempre solícita, de imediato concordou e saiu para socorrer-nos. O Ronaldo e o Pantufa ficaram esperando a chegada da Andreza, enquanto o restante do grupo rumou para Três Corações, onde, antes de atingir o centro da cidade, virou em direção a saída para São Thomé das Letras. Paramos na padaria credenciada para reabastecimento e, depois de uma espera relativamente longa, os dois integrantes da equipe chegaram, devidamente amparados pela nossa apoiadora-mór.

Um dos muitos reparos que tiveram que ser feitos

Andreza defronte a padaria credenciada em Três Corações

Da padaria fomos diretos à estrada velha de São Thomé e seguimos vários quilômetros num ritmo forte e contínuo. Quando, bem à frente, entramos à direita em uma velha estrada, o indizível se apresentou: nunca tínhamos pedalado por tantos quilômetros com uma camada tão espessa de pó. Era tanto que, mesmo nas descidas, a bike parava se não pedalássemos, e as nuvens de poeira que eram geradas pelas bikes eram tão espessas que praticamente cegavam quem vinha atrás. Com muita habilidade e força fomos vencendo os difíceis quilômetros e logo chegamos a uma pedreira, que anuncia a proximidade do Rio Verde. Quando chegamos à sua margem direita, descobrimos que a balsa estava do outro lado, mas nem sinal do balseiro havia. Não adiantou gritar, nem tamborilar as árvores com código Morse, o danado não apareceu de jeito nenhum. O Pantufa se propôs a atravessar o rio e apanhar uma canoa que também estava do outro lado, já que ninguém saberia controlar a balsa que, ademais, provavelmente encalharia próximo a margem, tão raso estava o rio naquele lugar. O problema é que não havia remos na canoa, de forma que, com muita falta de jeito e a ajuda de bambus, ele trouxe a canoa. Logo embarcaram o Hebert, o Clever e quatro bikes, e todos protagonizaram uma cena digna de comédia pastelão, com a canoa virando-se para todos os lados desengonçadamente, até que finalmente conseguiram atingir a outra margem. A essa altura o sol estalava sobre nossos ombros e a água, convidativa que estava, atraiu mais dois sauros que atravessaram o rio a nado, e os dois remanescentes terminaram por atravessar também de canoa as demais bikes.

Atravessando o Rio Verde

Poucas centenas de metros adiante fizemos uma providencial parada na antiga estação ferroviária de São Thomé das Letras que, curiosamente, fica no município de Conceição do Rio Verde. É sempre estranho verificar que os trilhos, naquele trajeto, estão, em grande parte, encobertos pela terra e mato. Logo seguimos por um trajeto maravilhoso, em grande parte margeando a ferrovia, e em alguns pontos até passando sobre ela, até que, após extensas subidas, atingimos Conceição do Rio Verde, pequena e bem cuidada cidade.

Os trilhos, vistos da antiga plataforma da estação de São Thomé

A caramanhola “Tabajara” do Hebert

O centro da cidade estava bastante movimentado, uma vez que era também o Dia das Crianças, e vários dispositivos de recreação estavam montados. Descobrimos, preocupados, que a padaria credenciada estava fechada, e que a outra única que estava aberta NÃO tinha pães! E aí, o que fazer? Perguntamos e descobrimos um pequeno, porém caprichado self-service próximo dali. Decidimos, ao invés de sanduíches, fazermos uma refeição leve, o que foi excelente, dado ao sustento que nos proveu. Dirigimo-nos ao Clube de Campo Pi, já próximos à rodovia Vital Brazil, que abordamos e seguimos, no sentido de Caxambu, por poucos quilômetros. Entramos então à direita para a terra, já não muito distante do povoado de Freitas.

Uma bela refeição

Ruínas de uma velha igrejinha, próximo a Freitas

Foi especial a passagem pelo lugarejo: estava tudo sendo preparado para uma festa em homenagem a Nossa Senhora, e havia barracas de comidas e bebidas, e um forró corria solto ao lado da estação de Freitas, antigo entroncamento da Estrada de Ferro Minas e Rio com o Ramal da Campanha e São Gonçalo. Tão logo reabastecíamo-nos, chegou um carro com uma imagem da Padroeira e, sob os vivas a Nossa Senhora, um espocar de fogos de artifício dominou o ambiente. De uma pequena venda, um potente som irradiou uma versão cantada do Hino Nacional Brasileiro, que quase todos cantaram com devoção e que teve sua métrica marcada por coloridas bandeirinhas de papel agitadas por crianças. Num lugar onde tudo parece ter parado no tempo, foi um momento magnífico, onde presenciamos um pedaço diferente de Brasil, onde antigas tradições ainda têm lugar e são respeitadas. Não dava para ficar mais, é verdade, e por isso seguimos a estrada rumo a Soledade de Minas, distante 15km dali. O caminho é muito bonito, e tem uma subida não muito íngreme, mas extra longa, que termina numa vertente da montanha que sustenta a torre de Soledade. Um amigo nosso que desde Conceição vinha tendo princípios de câimbras, passou a apresentá-las em sua forma completa, de tal forma que a escalada foi, ao menos para ele, um tormento. Guerreiro que é, entretanto, não se deixou abater e pedalou cada metro do trajeto. Do ápice da subida até a cidade foram poucos quilômetros de pura descida, veloz e animadamente vencida.

A chegada da imagem

Os Bikessauros na homenagem a N.S.Aparecida, em Freitas

Da cidade de Soledade até São Lourenço, sabíamos, seriam aproximadamente 5km de delicioso single track ao lado da linha férrea, naquele trecho muito limpo, por estar em uso pelo trem turístico Soledade-São Lourenço. Todos aproveitamos ao máximo aquele curto, mas sensacional trecho, até que atingimos a Parada Ramon, de onde pedalamos em ritmo alucinante até o centro de São Lourenço. Tínhamos, àquela hora, um espetacular pôr-do-sol que, com seus rubros raios, tingia de magia e encantamento a nossa chegada.

Descida para Soledade de Minas

Os Bikessauros em Soledade de Minas

Homenagem da natureza aos intrépidos

Quando chegamos à nossa lanchonete credenciada, lá estavam Andreza e Janaína, saboreando chopes gelados enquanto nos aguardavam. Registramos esse grande momento em fotos e filmes, e quando também nós brindávamos o fantástico pedal, recebemos a visita do Fábio Dalia e de um primo dele que estavam em São Lourenço e, sabedores da nossa presença, foram até lá confraternizar conosco. Depois de muita conversa e brincadeira, resolvemos que era hora de retornar. Arrumamos as bikes na caminhonete do Hebert e no carro do Ronaldo e tomamos a estrada rumo a Varginha, onde chegamos felizes da vida por mais um dia inesquecível de pedal.

A foto oficial da chegada

O Fabinho e o seu primo

Hora de retornar a Varginha

Nesse dia dedicado a Nossa Senhora Aparecida fizemos mais um pedal excepcional, tanto pelas belezas da natureza que se viram ao longo do caminho, pelo grande esforço físico que demandou, pela superação a que levou alguns, como pela excelência do pessoal que participou. Alguns momentos foram marcantes, como a singela festa que presenciamos em Freitas. Gente simples, em um local despojado, dando ode si o máximo para que a festa que preparava fosse um sucesso. Talvez por também sermos assim, simples e despojados, tenha havido uma sintonia com o lugar. Talvez o azul do manto da Padroeira nos tenha remetido ao céu azul, manto que recobre a nossa bela morada no universo. Talvez o caminho percorrido nos tenha feito pensar nos infinitos caminhos existentes. Talvez tudo isso e tudo o mais que vivemos nos tenha feito unos com as bikes, com os caminhos, com os amigos e com a Terra. Talvez por esses motivos tenhamos vontade de reter tudo isso em nossas memórias. Se, ao menos totalmente, isso não é possível, só nos resta fazer como fazemos: mantermos nossos pés nas estradas e nossos olhos no infinito.


Rodrigo Silva











quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Pedal de Quarta - Tradição mantida - 17/10/2007

Mais uma vez o quarteto jurássico formado por Clevinho, Rodrigo Silva, Ronaldo e Totonho mantiveram a tradição do pedal de quarta. O percurso escolhido foi Cardoso com retorno pela matinha e chegada na cidade pela granja. Noite com temperatura agradável e forte indício de chuva devido a quantidade de trovões. A chuva tão esperada não chegou durante o pedal e sim na madrugada. Uma bênção.
Foram 2 horas de pedal onde predominou um pedal constante e boa prosa. Comemoramos no Pinguim assistindo a vitória do Brasil sobre o Equador 5 x 0 fora o show.
Este é o relato.
Abraços. Ronaldo.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

MUTUQUINHA - 13/10/2007

Para o sábado, seguindo-se ao grande pedal da véspera, São Lourenço via Freitas II, combinou-se um pedal com as meninas como preparação para o Aparecida – Bikessauras II. Como a previsão do tempo alertava para um dia extremamente quente e seco, optou-se por fazer um trajeto mais curto, mas que pudesse treiná-las em subidas. A escolha recaiu sobre a mais que conhecida Volta da Mutuquinha, percurso de aproximados 50km, que apresenta bastantes variações, ora com subidas longas, ora com subidas disfarçadas que permitem muito giro, tudo isso com descidas, algumas muito interessantes. Na hora marcada, Andreza, Claudia, Hebert, Janaína, Maciel, Paulleta, Rodrigo Sanches, Ronaldo, Silvana, Thiago e eu saímos do bikeponto e rumamos ao Café Solúvel, onde entramos pela estrada velha de Monsenhor Paulo e fomos até a saída para a Mutuquinha. A combinação de calor e muita poeira infernizaram-nos por boa parte do trajeto. Nada, entretanto, arrefeceu o entusiasmo de mais um dia de pedal. Sem maiores problemas fomos vencendo subidas sob um sol de rachar. Logo que atingimos a rodovia Varginha-Elói Mendes, saímos para o credenciado bar às margens do Rio Verde, onde paramos para hidratação e algumas fotos. Sem maiores delongas novamente saímos para enfrentar aquela forte subida escalonada que conduz à propriedade do Hélcio e logo atingíamos o cemitério campal. Quilômetros antes, nossos amigos Maciel e Silvana adiantaram-se ao grupo para fazer alguns preparativos, já que teríamos, mais tarde, um churrasco na sua casa.


A turma, sob um sol a pino

Em primeiro plano, uma estranha plantação

Uma nuvem de poeira

Por volta das 15 horas todos os que estávamos no pedal, além de alguns poucos convidados, fomos chegando à nossa pequena confraternização, onde muito se conversou, brincou e riu. Aliás, alegria e descontração são coisas que nunca faltam nas nossas festas.

Miriam e Silvana preparando o churrasco

Observem o contraste

As crianças aproveitando o dia quente

Hebert e Carolina

Um belo churrasco, complementado pelos famosos arroz e vinagrete da Silvana, foi servido. Músicas de alta qualidade foram ouvidas à noite, quando todos já estávamos um pouco cansados, o que foi providencial. Já era tarde quando os primeiros começaram a ir embora. Uma pena que dias tão bons, com muito pedal e animados encontros com amigos passem tão rápido. Tudo bem, o próximo fim-de-semana já está aí de novo, e tudo vai começar outra vez...

Rodrigo Silva

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Pedal de sábado - 06/10/2007 - Volta de Campanha



4 bikessauros deram início neste último sábado ao primeiro evento da série "Pedais Caleja Bumbum" anunciado semana passada.
Silas, Ronaldinho, Caxambu e Ronaldão fizeram a Volta de Campanha, sentido anti-horário, ou seja, Varginha, Campanha, Cambuquira, Três Corações e Varginha.
A quilometragem foi de 110 km e o sol castigou bastante os intrépidos que zarparam da cidade por volta das 08 horas da manhã.
A única parada foi na instância hidromineral de Cambuquira para abastecer o corpo e caramanhola com uma das águas mais deliciosas do Brasil.
Não faltou uma breve parada na padaria credenciada para degustar o alimento essencial, ou seja, pão com "Rodrigo Mortadela Defumada". Uma delicia!!!
A chegada em Varginha ocorreu lá pelas 13 horas, horário que dava para fritar ovos no asfalto. No Pinguim bebemoramos mais um dia de imenso pedal e alegria entre amigos.
Saúde....

Este é o relato.

Abraços, Ronaldo.