quarta-feira, 25 de junho de 2008

Convocação - BIKESSAURAS - AP 2008

Convocamos as Bikessauras para a primeira reunião do Aparecida III a ser
realizada na casa da Rose (R. Goiás, 710- B. Resende) no dia 01/julho,
terça-feira, às 19 horas.

Pauta:

1) Informações sobre as inscrições
2) Definição do trajeto
3) outros assuntos

Atenciosamente,

Rose, Sandra, Mara e Luisa

terça-feira, 24 de junho de 2008

Expedição Caminhos da Mantiqueira - Maria da Fé


Como parte dos trabalhos da Comissão Organizadora da III Romaria das Bikessauras a Aparecida, que será realizada de 4 a 7 de outubro, visando, em primeiro lugar, uma melhor distribuição do percurso para o 2º e 3º dia de pedal, um grupo desbravador formado pelo Luizinho, Ary, Luísa e Luizão, além do especial apoio logístico da Sandra Reis Alcântara Jr, líder da comissão, Roselene e Jotinha Reis, Quequel e Dilson Nogueira, esteve mapeando novos caminhos na “serra que chora”, a Serra da Mantiqueira.

Para tanto, zarparam na manhã de sábado de Lambari, dia 21 de junho, numa bela e ensolarada manhã, refazendo parte do trecho do 2º dia da romaria. Na saída, Luizão havia contatado o amigo jurássico Mick Jagger, mais conhecido como Gilvane, que os aguardava em Olímpio Noronha para passar algumas informações do caminho para Maria da Fé, a cidade mais alta e fria das Gerais. Passava um pouco das 10 h da manhã, quando Luizinho, Ary e Luizão encontraram o entusiasmado amigo, que estava empolgado com suas últimas conquistas, uma delas no Big Bike (um brilhante 3º lugar na Over 40), além de contar seus planos para as futuras competições.

A resposta às perguntas do trio estava na chegada ao asfalto entre Cristina e Pedralva, onde nas seguidas romarias, originalmente, vira-se à esquerda para percorrer os últimos quilômetros até a Pousada Pantanal. Nesse ponto, foram orientados a seguir à direita, em direção a Pedralva, por uns 2 Km e acessarem novamente a terra, à esquerda, antes da ponte. Daí, mais algumas informações adiante, os três intrépidos empreendiam as subidas e descidas, serpenteando entre belíssimos cenários, às vezes em altitudes superiores a 1.500 metros, até Maria da Fé, onde chegaram pouco além de uma da tarde, tendo percorrido por volta de 57 Km.

A impressão do trio no acréscimo de aproximados 16 Km no percurso original, sendo uns 10 km de ascensão, é que seriam, para as bikessauras, de médio nível físico e técnico.
Outro fator de destaque para a expedição foram as excelentes acomodações do Hotel Dona Marta, onde pernoitaram, com destaque para a limpeza, o tamanho dos quartos e a boa comida, servida em fogão à lenha, além, claro, do preço (R$ 30,00 por pessoa). Acharam totalmente adequado às bikessauras e apoio.

No domingo, para completar o objetivo da expedição, faltava ainda fazer o reconhecimento do caminho para Delfim Moreira. Assim, Luísa, Ary e Luizão, orientados por solícitos marienses, acessaram o caminho de terra para as Posses, Mata de Baixo e Mata de Cima, esta última há muito conhecida por bikessauros e bikessauras, onde fica o “Z” ou “Cachorrinho”, aquela subida de tirar o fôlego, e que pouquíssimos conseguem “zerar”. Trecho que mostrou-se tranqüilo e que soma 15 Km, aproximados 1/4 do pedal do 3º dia.

Cumprido o objetivo, o trio resolveu explorar um pouco mais a serra, fazendo o caminho inverso das romarias até o topo da Paciencinha, de onde seguiram por caminhos inéditos, onde chegaram a altitudes superiores a 1.600 metros, com descidas íngremes e técnicas, que incluiu a Grota e novamente as Posses, perfazendo um total de 35 Km no retorno a Maria da Fé.
Bom, foi um final de semana intenso e em ótma companhia, em que ficaram as lembranças de bons momentos, pedalados ou não, e a certeza de breve retorno.
Luiz A Nogueira

Em Lambari.
Em Jesuânia.
No caminho inédito para Maria da Fé.
Em Maria da Fé.
As acomodações.
Um "city tour".
As belas cerejeiras na entrada da cidade.
Da série "separados ao nascer": um gêmeo do Hebert; e os desbravadores do domingo.
Nas Posses e serpenteando pela serra.
Na Grota e no retorno a Maria da Fé.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

VARGINHA-PONTALETE ~90KM

Nesse sábado, 21 de junho, uns estavam indo para Maria da Fé para conhecer um caminho alternativo entre Cristina e Delfim Moreira, outros estavam engastalhados com o trabalho e, outros ainda, porque participariam de uma corrida no dia seguinte em Lavras, não deveriam estar conosco. Algum treino de respeito, em respeito ao sábado, entretanto, deveria ser feito: o Jeffinho, então, propôs que os remanescentes fizéssemos o tradicionalíssimo caminho até o Pontalete, ao que alguns logo aderiram. Sábado, sete horas da manhã, com um friozinho típico de início de inverno, encontramo-nos Ronaldo, Timba, Totonho e eu no bikeponto. Descobrimos então que o mentor do pedal, Jeffinho, não poderia, por problemas de última hora, ir conosco. Outras baixas se impuseram e, então, nós quatro saímos, com mais de meia hora de atraso, rumo a mais um fabuloso pedal.



O bikeponto nas primeiras horas da manhã


Os quatro intrépidos

Saímos em direção ao Parque Mariela e começamos a jornada pelo subidão que vai até o cemitério campal e de lá adentramos pela estrada de terra até cruzarmos a rodovia Varginha-Três Pontas, que seguimos por somente poucos quilômetros, até que chegamos à saída para o Pontalete. O dia estava muito bonito e a temperatura, excelente, animava-nos a pedalar a todo gás. Seguimos sempre sem paradas pelo interminável sobe e desce do caminho, desfrutando as paisagens muito belas que todos já conhecemos e, velozmente, fomos vencendo os aproximados 43km até o povoado.


Subidão próximo ao Pontalete


Caminhos de Minas

Pequeno e pacato como sempre, no Pontalete, como de costume, fizemos uma rápida parada num pequeno supermercado que fica na rua quase única que o rasga ao meio. Enquanto estávamos conversando e fazendo uma hidratação, atônitos, descobrimos que tínhamos sido furtados: uma das minhas luvas tinha desaparecido de cima do selim da minha bike sem deixar vestígios! Mais surpresos ainda ficamos quando a autora do sinistro foi identificada: um dos simpáticos moradores apareceu com minha luva e nos disse que uma cachorrinha a tinha levado. Não é que a danada se achegou e foi logo se enroscando e pedindo agrados? Engraçadinha, brincamos com ela até que vimos de longe que a balsa estava já atracando na margem da represa e exigia nosso embarque sem demora. Rapidamente descemos a ladeira até o cais e, quando fizemos a abordagem da embarcação, novamente ficamos surpresos: um sósia de um grande amigo e piloto de mountain bike a estava conduzindo! Camarada, o quase irmão gêmeo permitiu-me fotografá-lo para mostrar aos leitores jurássicos.



A simpática cachorrinha que levou minha luva


A represa vista do povoado


O piloto é sósia de quem?

A manhã estava particularmente bela. O céu, como de costume nessa época do ano, cobria-nos com um azul anil impecável e o sol, refletido no verde que se espraia sobre todas as terras que de lá se vêem, emprestava uma luminosidade quase surreal às paisagens. Algo de excepcional se mostrava, além disso: não sabemos se pela época do ano, por influência climática, ou talvez pela fase da lua, mas as águas da represa estavam completamente transparentes! É como se estivéssemos diante da mais bela piscina jamais construída! Tão claras estavam as águas que podíamos ver até mesmo detalhes do relevo subaquático. O enorme espelho d’água, refletindo o azul do céu, estava deslumbrante e, não fossem os belos morros atapetados de verde, não seríamos capazes de dizer exatamente onde o céu encontrava o lago...


Vista do Pontalete desde a represa


Ilha na represa


Demais!

Tão logo terminamos a travessia, iniciamos a longa subida que termina no Zoca. Da margem da represa até a escolinha que se situa nas proximidades do famoso eucaliptal há uma distância de cerca de 11,5km, com algumas descidas curtas e muitas subidas longas, alguns trechos delas com inclinações que impõem respeito. Subimos num ritmo forte, com o grupo coeso e entusiasmado e, com uma média de 18,8km/h chegamos à escolinha cuja venda defronte, para nossa tristeza, estava fechada. Não houve remédio senão tomarmos a água que verte de uma torneira, mas que, todos afirmam, é água de mina das mais puras...



O Timba saciando a sede


O Zoca visto de um ângulo incomum


A comemoração no Pingüim

Da escola vê-se, por trás, o Zoca. Muito interessante vê-lo por outro ângulo, ele que, onipresente, guarda de longe a cidade de Varginha. Retomamos o pedal e seguimos em direção a Elói Mendes
até a saída para a Ilha do Salto que, tomada, conduziu-nos até a olaria do entrocamento para o sítio do Totonho. Lá ficou a dupla Timba e Totonho, que tinha combinado um churrasco no sítio. Ronaldo e eu seguimos, então, firmes, até a rodovia Varginha-Elói Mendes, contornamos a Ponte dos Buenos e tomamos o rumo da subida dos tobogãs, sítio do Hélcio e, novamente, cemitério campal. Tão bom tinha sido o treino que, resolvemos, comemoraríamos a sua realização no Pingüim. Logo após tomarmos o primeiro chope chegaram, quase simultaneamente, Dema e Fabinho, também muito satisfeitos com os treinos que tinham feito. Longamente, então, conversamos sobre coisas que são importantes e têm relevância para nós - os pedais, a vida, o Zoca, a represa... Represa... Bela e grande represa! Somente não grande o suficiente para conter toda a vertente de emoções que brota dos corações jurássicos cada vez que de novo percorremos e confirmamos posse e paixão pelos nossos caminhos.

Rodrigo Silva



Corrida em Lavras - 22/06/08

Amigos, participamos hoje da corrida lá em Lavras.
Local muito bonito, circuito de 5,4 km praticamente de trilhas com muitas pedras, sem nenhuma grande subida, mas com muitos obstaculos.

Vamos aos resultados:

Junior Paulino-quinto na master. Teve problemas mecãnicos(cambio traseiro, dianteiro e um pneu furado) Estreou em corridas, largou bem um pouco nervoso e considerando os problemas mecânicos foi muito bem, demostrando seu grande potencial.

Bruno Sabino- segundo na infantil- correndo em categoria acima de sua idade foi superado apenas por um garoto de treze anos, fez muito boa corrida está de parabéns mais uma vez.

Pantufa na sub 30 não completou. Correu muito. Como sempre largou entre os primeiros manteve-se sempre entre os seis, teve um pneu furado no fim da terceira volta, e na ultima abandonou, também está de parabéns. Torço para continue treinando pois alcançará bons resultados.

Caxambu Master-Não completei nem a primeira volta. Larguei para trás como sempre. Consegui recuperar ainda no inicio estava em os três primeiros quando num trecho de paralepipedos minha gancheira que estava com problemas entrou na roda e foi fim de corrida(não consegui comprar a gancheira antes da corrida). Uma pena, mas faz parte, valeu pelo passeio e pela torcida pelos companheiros.

Destaques

1) O campeão da prova foi um rapaz de Divinopolis, ganhou do menino de itajubá no sprint final(chegada emocionante).
2) O basilio foi segundo na Master, fez ótima corrida, foi muito regular acompanhou o segundo colocado até a ultima volta quando atacou tomando a segunda posição. Parabéns ao basílio pela corrida e pelo resultado
3) O Luiz Fernando mais uma vez andou muito, sempre entre os seis primeiros colocados da corrida, muito próximo aos líderes(deu gosto ver este menino correr). Foi terceiro na sub23 e quarto na geral.

O felipe irmão do Du estava muito bem teve um pneu traseiro estourado e também abandonou.

Peço desculpas se faltou alguém


Parabéns aos participantes.

Um grande abraço

Caxambu

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Pedal da lua - 18/06/08

4 intrépidos aceitaram o desafio de romper a noite fria de inverno para manter a tradição dos pedais noturnos de quarta-feira.
Silas, Nuno, Luizaaaaão e Ronaldo partiram do bikelocal, às 19h, para um pedal nos arredores de Varginha. O trajeto escolhido foi Ventilador, De Luca, Martins e Vargem. Pedal imenso e sem paradas. Os faróis das bikes iluminavam o trajet... Que história é esta!?! Pra que farol! A lua estava linda e com sua luz imensamente prateada iluminou o caminho jurássico espantando o frio qualquer medo de ser feliz.
Puxa vida, que noite gostosa!
Nos despedimos às 21h e fomos assistir o sonolento jogo Brasil e Argentina. Acho que um pedal mais longo seria muito mais proveitoso que assistir aquele marasmo.
Este é o relato.
Abraços, Ronaldo.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Uma Aventura em Campos do Jordão: A Serra Rebordosa - 07/06/08

Esta serra, parte do Caminho da Fé, que originalmente vai de Tambaú e Descalvado, ambas em SP, até Aparecida, tem outros nomes para seus esparsos moradores, e um deles é Serra da Perna Quebrada. Os Bikessauros, por motivos óbvios, resolveram chamá-la, carinhosamente, de Serra da Rebordosa. E foi o que se viu e sentiu nesse ponto da Mantiqueira, a caminho da charmosa Campos dos Jordão, num final e semana de céu claro e muito frio.

A longa subida começou em Paraisópolis - MG, de onde parte do grupo seguiu nos sauromóveis para Campos do Jordão, deixando os intrépidos apostos para a árdua subida. O reencontro do grupo somente ocorreria no Capivari, o bairro mais badalado daquela cidade, onde todos comemoraram o feito, junto, claro, da famosa cerveja local Baden-Baden.

Sem dúvida, foi o pedal mais "casca grossa" já realizado pelo grupo em sua longa existência. Em um dos trechos, a partir do povoado de Luminosa, sobe-se íngremes 16 Km muito técnicos, entremeados de muitas pedras, valas e, claro, cenários deslumbrantes. A variação de altitude é grande em todos os 65 Km do percurso, oscilando entre 850 e 1.800 metros. A chegada dos intrépidos se deu por volta das 3 e meia da tarde.

À noite, já bem instalados num confortável hotel da cidade, todos o grupo pode compartilhar boa companhia, lareiras, bom vinho, boa comida e relembrar os momentos dessa grande aventura.

No próximo final de semana, 21 e 22 de junho, os Bikessauros estarão em Maria da Fé, serpenteando novamente pela Serra da Mantiqueira, buscando uma opção de caminho para as tradicionais romarias ciclísticas, masculina e feminina, que acontecerão, respectivamente, em setembro e outubro.

Até a próxima aventura.

Luiz A Nogueira




terça-feira, 3 de junho de 2008

FIT BIKE PARA OS BIKESSAUROS

No sábado último, em evento idealizado e perfeitamente organizado pelo Silas, esteve em Varginha o Professor Rogério Camargo, da CTBike de Campinas, profissional de educação física especializado em fit bike. O fit bike consiste em ajustar a bike em relação a cada ciclista, objetivando a melhora da performance e a proteção do atleta. Já que alguns colegas estavam queixando-se de dores, principalmente nas costas, nosso amigo Silas teve a idéia de entrar em contato com Rogério e verificar a possibilidade de ele vir aqui para ajustar as nossas máquinas. Assim, no sábado, de 8:00h às 21h30min, desenrolou-se o trabalho no prédio do Ronaldo, evento que foi atentamente acompanhado por vários sauros, examinados ou não, que quiseram ver de perto o que é e como se faz o fit bike. Com muita calma e expertise, Rogério foi levantando selim aqui, baixando mesa ali, sugerindo uma peça maior, um pedevela menor e, rapidamente, a avaliação e ajuste se completavam. Tudo transcorreu na maior animação e descontração e, findo o trabalho, alguns sauros ainda foram jantar com o professor.

Alguns de nós já tínhamos sido avaliados por ele e já sabíamos como o fit bike é bom para a prevenção de lesões e que pode, em alguns casos, conduzir a melhoras de até 20% no rendimento. Aos que não tiveram a oportunidade, nós recomendamos que o façam. Quem sabe proximamente não possamos trazê-lo de novo?

Rodrigo