domingo, 25 de abril de 2010


PEDAL DE SÁBADO, 24 DE ABRIL

Aí, bikessauros, com tantos pedais fantásticos acontecendo, precisamos de relatos para que todos saibam o que está havendo. Ontem, por exemplo, Adilson, Bregalda, Digão, Edir, Hebert, Isabel, Marcelo, Ney, Rodrigo Sanches, Rodrigo Silva, Ronaldão, Timba e Totonho saíram com idéia de fazer a já antológica Trilha do Maciel que teria, combinamos, algumas modificações, já que queríamos ser apresentados ao ainda desconhecido mas já famoso circuito que foi feito para treinos sob a liderança do Enoque. Assim, saímos com temperatura amena e, após subir e descer mil vezes para terminar sempre na estrada do Ventilador, acabamos chegando no tal circuito. É realmente fantástico, com todos os tipos de obstáculos, com degraus agudos, barrancos abaixo praticamente em pé, subidas em trilhas incrivelmente inclinadas e passagens em single tracks dentro de uma viçosa mata que exigem atenção todo o tempo, além de técnica e muito condicionamento. Foi muito divertido fazer todo o seu trajeto e estava tão bom que houve até a idéia de ficar só por lá mesmo, para treinar bastante... O caso é que já tínhamos combinado e deveríamos seguir adiante. Daí para a frente o dia esquentou e o sol nos acossou sem dó nem piedade, de forma que, quando chegamos ao topo da estrada para o Mascatinho, praticamente todos já estavam sem água, o que nos obrigou a descer até a fazenda à busca das famosas minas do Mascatinho (estou me referindo às nascentes...) para reabastecimento. Um pouco antes minha bike já vinha apresentando uns estalos e tiros mas, depois da descida até as minas, não podia fazer qualquer força que acontecia um estalo e a corrente aparecia na coroinha. Um exame mais aprofundado da bike mostrou que a coroa média estava praticamente sem dentes, gasta que estava. Não houve mais jeito – ou usava coroinha ou coroão, o que deixou o pedalar mais difícil e sem graça. Bem que os amigos me tentaram convencer a continuar mas, quando chegamos a pedreira, desisti do pedal e, juntamente com a Isabel e o Hebert, descemos em direção a Vargem, enquanto os demais terminariam o pedal. Sem maiores dificuldades, logo estávamos na cidade e, com a Isabel entregue, rumamos às nossas casas. Foi uma pena não ter dado para fazer todo o trajeto mas só a passagem pelo circuito do Enoque já valeu a pena. Não sei como terminou o pedal dos intrépidos mas, com certeza, eles detonaram, já que estão andando demais! Já mandei a bike para o estaleiro para, com certeza, na próxima semana, estar novamente junto a esses ases do cross country; quem sabe, assim, possa vir a ser tão bom quanto eles...



Rodrigo Silva

quinta-feira, 1 de abril de 2010

PEDAL DE PRIMEIRO DE ABRIL, VARGINHA A CARVALHOS

É o tempo passou rápido,como sempre! Novamente tinha chegado a hora da viagem jurássica anual a Carvalhos. Desde a segunda edição, uma turma iria de bike até lá para, durante todo o feriado da semana santa, desfrutar a companhia de amigos e as maravilhas que por lá existem. Nesse ano não seria diferente, claro! Há cerca de um mês começamos a combinar a ida na quinta-feira e muitos se interessaram mas, como sempre, problemas pessoais e questões profissionais impediriam a maioria deles de tomar parte no evento. Dessa forma, somente eu, Hebert e Bregalda pudemos fazê-lo. Encontramo-nos no tradicional ponto de encontro jurássico e saímos pouco após as 7h com uma temperatura muito agradável mas com previsão de chuvas o que, de forma alguma, nos iria atrapalhar. Desde o início, o grupo mostrou-se muito inspirado e, trocando vácuo, fomos muito rapidamente avançando rumo a Fernão Dias e Rodovia Vital Brazil. Num piscar d’olhos Caxambu foi atingida e nossos Cateyes mostravam a surpreendente média de 41km/h. Fizemos rápida parada e sem mais delongas lançamo-nos aos 70km restantes, bastante mais difíceis pelas subidas muito mais longas e íngremes, trajeto vencido em pouco menos de 2h. Nesse ano não ficaríamos na Pousada da Estiva, com sua fantástica cachoeira, onde tradicionalmente terminamos esse pedal e então, já com 175km até Carvalhos, deliberamos e resolvemos, já que era ainda muito cedo, esticar o pedal até lá. Tomamos um refrescante banho de cachoeira e voltamos a Carvalhos, onde chegamos com cerca de 205km rodados e onde encontramos o primeiro sauromóvel que havia chegado, tripulado pela Cláudia, Carol e Roseli. Seguimos dali para a Pousada do Muquém, onde chegamos ainda inteiros e cheios de disposição para um banho de piscina acompanhado de umas Bavárias até que chegassem os sauros que tinham combinado vir ainda hoje. Nesse exato momento, todos estamos no centro da cidade em uma grande confraternização e aproveitei para uma escapada até uma lan house para relatar esse inesquecível evento.

Rodrigo Silva