quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Varginha até São Tomé das Letras by Casal Horse 29.07.2010

No dia 29.07.10, às 9 horas partimos rumo à cidade mística de São Tomé das Letras. Saímos sentido Ventilador, onde um galho de árvore quase impossibilita a viagem, pois quase quebra a gancheira do Salvador. Ali, já ficamos com uma incerteza, será deveríamos seguir a diante? Susto passado, seguimos rumo aos Martins, e subimos a longo a estrada cheia de costelas.

Saída da Copasa

Descemos o Ribeirão da Cava sentido à Carmo da Cachoeira. Estávamos num pique total, chegamos em Carmo com 2 horas e 10 minutos. Após parada na padaria “credenciada” fizemos uma lanche rápido e partimos rumo a São Bento Abade.


Igreja de Carmo da Cachoeira ---------- Entrada para S.B. Abade (por terra)

Essa segunda parte do trajeto (Carmo à São Bento) foi chata ... uma sequência (dezenas) de mata-burros invertidos que nos fazia perder o ritmo num local plano. Nesse momento já achei que não daria conta de chegar à São Tomé, pois o sobe-e-desce da bike fez com que minhas pernas pesassem. Daqui já enxergávamos a “montanha branca” que ora estava perto, e de repente se distanciava. Que Agonia!!! Finalmente chegamos em São Bento Abade. UFA!!! Segunda parte do trajeto cumprida!

Igreja São Bento Abade ------------------------ Olha as “ bombas”...... rsrsrs

Paramos na padaria “credenciada” em São Bento Abade para um lanche e tomamos posse do mapa do cicerone Ronaldo Figueiredo. Perguntamos na padaria se alguém conhecia o trajeto por terra, ninguém sabia... a tensão foi ficando maior já que nunca tínhamos feito o trajeto. Acho que por algum momento, eles nos acharam loucos. Então continuamos sentido a São Tomé via mapa. Trajeto ótimo, muito leve, dava para manter um ritmo constante... muitos planos, descidas e as subidas bem tranqüilas.
Tudo estava ótimo até uma curta e inclinada subida até o asfalto de São Tomé.


A “montanha branca” estava próxima... ------------ Eta última subida...

Pois bem, seguimos pelo asfalto.... Aí, aos 93Km achei que não chegaria... aquela subida até São Tomé me fez “abrir o bico”. Num determinado momento, tive que parar, comer para conseguir chegar, pois a energia estava acabando e as pernas bem pesadas. A sensação é que dava para fazer todo o trajeto novamente, mas não chegava em São Tomé. O Salvador queria me empurrar, mas decidi que iria até o fim... afinal, só faltava 5km. Com muita emoção, finalmente chegamos....missão cumprida!!! Foram 6 horas e 15 minutos de pedal com 99.8km.

Subida que parecia não ter fim... e portal de São Tomé

Ao chegarmos, fomos direto para O ALQUIMISTA, tomar aquela cerveja gelada e esperarmos pelo apoio.

Que sacrifício!!! -------------------------------- O apoio logo chegou....

A noite, após aquele banho.... fomos saborear uma deliciosa pizza na pedra, e mais cerveja!!!


Excelente pizza! -------------------------------- Os guerreiros...

Esse é o relato
Ana Carolina (Carola)

5 comentários:

Bikessauros disse...

Casal Horse,
Meus parabéns. O trajeto é maravilhoso e puxado. Não sei como a Giant do Salvador aguentou, rs.
Revivi cada momento ao ler e ver as fotos. O trajeto de São Bento Abade até São Tomé é mágico. A montanha branca, como a Carola descreve, parece em um momento ao alcance das mãos, em outro, algo inatingível. Enfim, todo esforço foi recompensado saboreando a suculenta pizza na pedra do restaurante SER em São Tomé.
Abraços, Ronaldo.

Salvador disse...

Obrigado meu cicerone... A GIANT vai de boa. Teve Fuji que abriu o bico nesta viagem....kkkkkkkk

Anônimo disse...

Show de pedal, Carola, com um relato à altura. A viagem é fantástica e dá vontade de fazê-la muitas vezes, até cansar... Deu até água na boca ver as fotos com as cervejas e a pizza do SER. Parabéns a você e ao Salvador pela determinação e força.
Um abraço.

Rodrigo Silva

Anônimo disse...

casal horse, tudo muito bacana... o trajeto, o astral do casal... muito bacana mesmo. um grande abraço beto vaz m.doc dos jacusdeduasrodas de curitiba.

ISABEL disse...

Parabéns ao casal pelo pedal e a Carola pelo relato. Muito legal.

Abraços,

Isabel Ferreira