segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RELATO DO PEDAL A SÃO THOMÉ DAS LETRAS, OUTRA VERSÃO

Relato Pedal Feminino Varginha - São Tomé 13.08.11

Às 07:00 horas em ponto a maioria dos jurássicos já estavam reunidos no Posto Pedra Negra para início do trajeto. Uma ligação do Chacal nos deixou apreensivos, pois tomou um tombo a caminho do ponto de encontro e sua bike poderia estar avariada. Queria até desistir do pedal, mas foi encorajado pelo Lucão, pois afinal de contas tínhamos um apoio especial para esse pedal. O Sr. Farelo (pai do Lucão), assim apelidado pelo Mauro, acompanhado de sua digníssima Dona Cida, nos daria apoio do início ao fim do trajeto.
Por volta das 07:15 horas, já com todos reunidos, demos início ao trajeto rumo à Carmo da Cachoeira. Depois de alguns quilômetros, após impormos um ritmo adequado para a primeira parte do trajeto, o carro de apoio foi acionado. Com poucas paradas, pois é obvio que seriam obrigatórias para que Vivi Zamboti registrasse os bons momentos durante o percurso, por volta das 09:40 horas já estávamos em Carmo da Cachoeira. Sem falar que algumas lembranças do Clevinho sobre um tal Super Man renderam boas risadas. Os 35 quilômetros iniciais foram cumprimos com tranqüilidade e após um lanchinho básico, o famoso pão com mortadela e Coca Cola, todos estavam prontos para segunda parte do trajeto.
Saindo de Carmo da Cachoeira rumo a São Bento Abade, cometi um pequeno deslize errando o caminho, mas prontamente alertado pelo Lucão corrigimos a rota e o prejuízo foi mínimo. Depois de uma forte subida com muita pedra e cascalho cruzamos a rodovia Fernão Dias com segurança e rumamos sentido a São Bento. Essa parte do trajeto revelava belas paisagens e alguns desafios adicionais, pois existiam vários mata-burros longitudinais, conhecidos como mata-bike, que aos poucos foram transpostos. E mais incrível ainda foi ver Luiza e Alessandra (Felicori) cruzá-los sem descer da Bike com assessoria do Adilson.
Chegamos a São Bento por volta de 12:00 horas. Já com sol intenso e depois de cumprimos mais da metade do trajeto já havia sinais de cansaço em alguns dos integrantes. Bonfim com a sinusite atacada reclamava início de câimbras. Havia grande expectativa para a última parte do pedal, principalmente para cervejinha gelada. Reabastecidos e prontos para seguir havia uma decisão a ser tomada: qual caminho seguir? Adilson “Colombo” com suas coordenadas cartográficas pretendia desbravar seguindo por terra. A outra opção seria parte por terra e finalização por asfalto. Adilson, Isabel, Chacal, Silvana e Alessandra (Felicori) decidiram pelo desbravamento e os demais seguiram pelo caminho já conhecido.
Depois de alguns quilômetros o carro de apoio novamente foi acionado. Bonfim preferiu cumprir o restante do trajeto com auxílio do carro de apoio para evitar maior sofrimento. Essa última parte do trajeto feita por asfalto exigiu muito preparo, pois além do calor, conforme alegação do Nei, havia uma ilusão de ótica e as descidas pareciam subidas. As bikes pareciam estar coladas no asfalto. Só faltou ele dizer que estava vendo gnomos e duendes também...rs...rs... 
Por volta de 15:00 horas finalmente chegamos a São Tomé. Depois de 86 Km percorridos fomos direto para cachoeira das borboletas e as primeiras geladas foram degustadas. Alguns também optaram por um banhinho de cachoeira. No local havia uma cadela com dois filhotinhos. Depois que a dona do bar relevou que o nome da cadela era lingüiça imediatamente Clevinho lançou quase um novo hit do funk e não parava de repetir: “Vem lingüiça!!! Vem lingüiça!!!” Rs...rs... O segundo grupo, guiado por Adilson “Colombo”, chegou bem depois, pois ficaram perdidos e quase mataram o Chacal. Parece que até miragem de um prato de arroz com feijão ele estava vendo. Bem pessoal...o pedal foi um sucesso! valeu pela companhia, pela amizade e boa prosa. Parabéns a todos pelo desafio cumprido e até o próximo.

Abraços!

Herbert      

       

Um comentário:

Anônimo disse...

Grande Hebert, parabéns pelo excelente relato, de um pedal prá lá de eletrizante! Parabéns a todos.

Rodrigo Silva